TRANS-SAHARA
O desafio
A região que inclui a Tunísia, a Argélia, o Mali, o Senegal, o Chade, o Jibuti, o Gana e o Quénia (região do Grande Norte de África), enfrenta grandes desafios climáticos, como as secas e a escassez de água, que representam uma vulnerabilidade significativa. A agrossilvicultura oferece potencial para mitigar estes desafios, mas a sua aplicação em regiões áridas e semi-áridas é dificultada pela falta de dados, pela escassez de água e pela capacidade limitada das partes interessadas.
A solução
O projeto TRANS-SAHARA visa derrubar estas barreiras, integrando a segurança da água nos sistemas agroflorestais através de uma abordagem inovadora ao nexo Água-Energia-Alimentação-Ecossistemas (WEFE). Através da implementação de soluções tecnológicas inovadoras baseadas na natureza (NBS), tecnologias de medição avançadas, modelos agroflorestais escaláveis e estratégias empresariais sustentáveis, o projeto visa melhorar os meios de subsistência das comunidades e promover a adoção a longo prazo.
Impactos
Ao colmatar as lacunas de conhecimento, melhorar o rendimento das culturas e criar sumidouros de carbono em terras degradadas, o projeto TRANS-SAHARA contribuirá para o crescimento socioeconómico e a resiliência climática. A sua abordagem participativa e multi-interveniente visa alcançar uma adoção generalizada em toda a África até 2030, promovendo o desenvolvimento sustentável e reforçando os esforços de mitigação e adaptação às alterações climáticas em África e não só.
























